Ela nunca parou de trabalhar desde os 9 anos — até o dia em que o joelho não deixou mais. Agora, seis filhos dependem dela conseguir chegar até essa cirurgia.
Com 9 anos, enquanto a maioria das crianças ainda pedia colo, a Joici já estava trabalhando. Não porque queria crescer rápido — mas porque a mãe vivia com problemas graves de saúde e alguém precisava ajudar em casa. Esse alguém foi ela.
Joici hoje tem 30 anos, é mãe de seis filhos e nunca parou. Até dez meses atrás.
Uma queda dentro de casa. Aparentemente simples. Mas os ligamentos do joelho dela foram gravemente lesionados, e um dos tendões se rompeu completamente. Desde esse dia, ela não consegue mais andar direito, não aguenta ficar em pé por muito tempo e não sobe escadas sem cair.
Mesmo machucada, a Joici tentou seguir em frente. Um familiar fez uma promessa: tinha trabalho e moradia esperando por ela em Manaus. Ela acreditou, juntou os filhos e foi. A promessa não se cumpriu — e ela se viu do outro lado do país, sem emprego, sem casa e sem conseguir andar bem.
Hoje, a Joici e os seis filhos vivem num prédio abandonado. Sem água encanada. Sem luz regular. Para ter o mínimo para beber e cozinhar, ela precisa carregar baldes — com um joelho que dói em cada passo.
Entre os filhos, dois precisam de cuidados ainda mais intensos. Um tem autismo, não fala e não ouve. O outro tem problemas renais. A Joici — que sempre foi o pilar da família — hoje está com mobilidade limitada. E quando ela para, tudo para.
"Eu não consigo nem carregar meu filho no colo do jeito que eu queria", ela conta.
Mas tem um ponto de luz nessa história. A cirurgia que pode devolver os movimentos dela — e com eles, a vida que ela conhece — já está marcada para o dia 29 de janeiro, em Mato Grosso.
O problema é que Joici está em Manaus. E não tem como chegar até lá.
Essa vaquinha existe para resolver exatamente isso. As passagens para ela e para o acompanhante chegar até Mato Grosso para a cirurgia. A hospedagem e alimentação durante a recuperação. A fisioterapia nos meses seguintes. E depois — o recomeço real: o retorno ao Maranhão, onde a família dela está, onde ela tem rede de apoio e onde ela quer abrir um pequeno negócio com comida. Algo que ela sabe fazer e ama.
Uma doação de qualquer valor — R$ 20, R$ 50, R$ 100 — somada à de centenas de pessoas é o que vai colocar a Joici num avião até essa cirurgia. E se hoje não der para doar, compartilhe. A história certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta.
Imagine a Joici meses depois, em pé na cozinha do pequeno negócio dela, fazendo o que ama, com os filhos perto e a família ao redor. Esse futuro começa com uma passagem de avião — e você pode fazer parte disso.
Sua doação vai diretamente para a cirurgia e o recomeço da Joici e dos seus filhos,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.